{"id":55,"count":0,"description":"<i>Com mais de US$ 22 bilh\u00f5es previstos em investimentos para 2025, relat\u00f3rio da TGT ISG destaca o papel cr\u00edtico dos agentes de IA que alteram o equil\u00edbrio entre tecnologia e trabalho humano<\/i>\r\n\r\nEstamos diante da era da autonomia artificial, na qual sistemas inteligentes n\u00e3o apenas executam tarefas, mas aprendem, tomam decis\u00f5es e colaboram com humanos na cria\u00e7\u00e3o de valor organizacional. \u00c9 o que revela a nova edi\u00e7\u00e3o do estudo de ISG Provider Lens\u00ae Future of Work Services 2025 para o Brasil, produzido e distribu\u00eddo pela TGT ISG.\r\n\r\nEm 2025, a ISG projeta investimentos de US$ 22,3 bilh\u00f5es em tecnologias para ambientes de trabalho nas Am\u00e9ricas, \u00c1sia-Pac\u00edfico e EMEA, impulsionando a integra\u00e7\u00e3o entre dimens\u00f5es humanas, digitais e f\u00edsicas. No mesmo per\u00edodo, o mercado de sustentabilidade digital deve chegar a US$ 30,3 bilh\u00f5es, com potencial de alcan\u00e7ar US$ 41 bilh\u00f5es at\u00e9 2027.\r\n\r\nEsse movimento reflete uma transforma\u00e7\u00e3o estrutural em curso: os ambientes de trabalho est\u00e3o se tornando ecossistemas h\u00edbridos, f\u00edsicos, digitais e humanos, nos quais efici\u00eancia, sustentabilidade e experi\u00eancia do colaborador se misturam. De acordo com o estudo, o escrit\u00f3rio digital do futuro ser\u00e1 moldado pela converg\u00eancia de tr\u00eas pilares: a intelig\u00eancia artificial como infraestrutura central, com agentes pr\u00e9-constru\u00eddos, automa\u00e7\u00e3o cognitiva e an\u00e1lise preditiva; a experi\u00eancia do usu\u00e1rio como m\u00e9trica de valor, substituindo indicadores operacionais tradicionais por resultados de jornada; e a sustentabilidade como diferencial competitivo, evoluindo de exig\u00eancia regulat\u00f3ria para motor de inova\u00e7\u00e3o.\r\n\r\n\u201cEsse modelo cria ecossistemas aut\u00f4nomos, capazes de autorremediar falhas, prever demandas e otimizar recursos em tempo real. Tecnologias como realidade aumentada e virtual reduzem custos de suporte em campo, enquanto sensores e an\u00e1lise preditiva ajudam a criar espa\u00e7os de trabalho responsivos e ambientalmente eficientes\u201d, afirma Cristiane Tarricone, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo.\r\n\r\nAt\u00e9 2030, o World Economic Forum estima a cria\u00e7\u00e3o de 170 milh\u00f5es de novos empregos e o desaparecimento de 92 milh\u00f5es, o que representa um saldo positivo de 78 milh\u00f5es de postos de trabalho. \u201cMais do que uma simples reorganiza\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho, essa virada representa uma mudan\u00e7a profunda na rela\u00e7\u00e3o entre tecnologia e trabalho humano. A transforma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica ser\u00e1 o principal vetor de cria\u00e7\u00e3o e deslocamento de empregos at\u00e9 2030. Para se manterem competitivas, as empresas precisam n\u00e3o apenas atualizar suas infraestruturas, mas tamb\u00e9m adotar pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis e inclusivas\u201d, comenta a autora.\r\n\r\nO relat\u00f3rio refor\u00e7a que a intelig\u00eancia artificial generativa tornou-se o n\u00facleo dessa transforma\u00e7\u00e3o. \u201cSe em 2023 apenas 55% das empresas experimentavam com a tecnologia, em 2024 esse \u00edndice saltou para 75%\u201d, destaca. \u201cRelat\u00f3rios recentes da Microsoft mostram que os profissionais passam cerca de 40% do tempo online, o equivalente a 6 horas di\u00e1rias, lidando com e-mails. Em m\u00e9dia, recebem 117 mensagens por dia e dedicam apenas 60 segundos para ler cada uma. Isso significa que, cada vez mais, as conversas e o trabalho est\u00e3o sendo fragmentados. O que efetivamente vem para ajudar esse ambiente totalmente fragmentado, com conversas pipocando durante todo o expediente, s\u00e3o as tecnologias e os agentes de intelig\u00eancia artificial.\u201d\r\n\r\nO estudo tamb\u00e9m aponta o avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial ag\u00eantica em fun\u00e7\u00f5es de vendas, recursos humanos, atendimento aos canais de cliente e experi\u00eancia do usu\u00e1rio. N\u00fameros da ISG indicam que 52% dos casos de uso de agentes de IA n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficos de uma ind\u00fastria, embora servi\u00e7os financeiros representem 30% das aplica\u00e7\u00f5es, varejo 21% e manufatura 18%. Apenas 25% das solu\u00e7\u00f5es atuais permitem opera\u00e7\u00e3o independente, enquanto 45% operam de forma consultiva, o que refor\u00e7a a necessidade de governan\u00e7a robusta, monitoramento em tempo real e estruturas \u00e9ticas para lidar com riscos e vieses.\r\n\r\nEm meio a esse cen\u00e1rio, habilidades t\u00e9cnicas como ci\u00eancia de dados, desenvolvimento de intelig\u00eancia artificial e seguran\u00e7a digital ganhar\u00e3o relev\u00e2ncia, segundo o relat\u00f3rio. Paralelamente, compet\u00eancias comportamentais como resolu\u00e7\u00e3o de conflitos, pensamento cr\u00edtico e adaptabilidade se consolidam como atributos que a m\u00e1quina n\u00e3o substitui. \u201cAs empresas l\u00edderes j\u00e1 tra\u00e7am diferentes caminhos para navegar na nova era. Algumas apostam na colabora\u00e7\u00e3o entre humanos e m\u00e1quinas, outras na cria\u00e7\u00e3o de plataformas multiagente, e h\u00e1 tamb\u00e9m as que se concentram em equilibrar ganhos de efici\u00eancia tecnol\u00f3gica com valores \u00e9ticos e humanos\u201d, explica a autora.\r\n\r\nO que est\u00e1 em jogo, segundo a especialista, n\u00e3o \u00e9 apenas a ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias, mas a redefini\u00e7\u00e3o estrutural do trabalho humano e organizacional. \u201cEmpresas que conseguirem orquestrar ecossistemas tecnol\u00f3gicos complexos, mantendo adaptabilidade cultural, responsabilidade regulat\u00f3ria e compromisso com valores humanos, ter\u00e3o vantagem competitiva\u201d, finaliza.\r\n\r\nO relat\u00f3rio ISG Provider Lens\u00ae Future of Work Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 31 fornecedores em seis quadrantes: Workplace Strategy and Enablement Services, Collaboration and Next-gen Experience Services, Managed End-user Technology Services, Continuous Productivity Services (including Next-gen Service Desk), Smart and Sustainable Workplace Services, e AI-Augmented Workforce Services.\r\n\r\nO relat\u00f3rio nomeia a DXC Technology e a Stefanini como l\u00edderes em todos os seis quadrantes. A Atos, a TIVIT e a Unisys s\u00e3o nomeadas l\u00edderes em cinco quadrantes cada. A Kyndryl, a TCS e a Wipro s\u00e3o nomeadas l\u00edderes em quatro quadrantes cada, e a Accenture \u00e9 nomeada l\u00edder em tr\u00eas quadrantes. A Deloitte e a Getronics s\u00e3o nomeadas l\u00edderes em dois quadrantes cada. A Capgemini, a Dedalus, a HCLTech, a NTT DATA e a Positivo S+ s\u00e3o nomeadas l\u00edderes em um quadrante cada.\r\n\r\nAl\u00e9m disso, a HCLTech foi nomeada Rising Star \u2014 uma empresa com um \u201cportf\u00f3lio promissor\u201d e \u201calto potencial futuro\u201d, segundo a defini\u00e7\u00e3o da ISG \u2014 em tr\u00eas quadrantes. Capgemini, Getronics, NTT DATA e Positivo S+ foram nomeadas Rising Stars em um quadrante cada.\r\n","link":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/relatorio\/future-of-work-services-brasil-2025\/","name":"Future of Work Services Brasil 2025","slug":"future-of-work-services-brasil-2025","taxonomy":"relatorio","meta":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/relatorio\/55","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/relatorio"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/taxonomies\/relatorio"}],"wp:post_type":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/landing-page?relatorio=55"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}