{"id":59,"count":0,"description":"<i>Estudo aponta avan\u00e7o da transforma\u00e7\u00e3o digital em 2025, com impacto direto na efici\u00eancia operacional, na seguran\u00e7a dos dados e na jornada do paciente em sistemas p\u00fablicos e privados<\/i>\r\n\r\nhttps:\/\/youtu.be\/40O0oqxXJYk\r\n\r\nO mercado de fornecedores de servi\u00e7os em healthcare no Brasil passa por uma transforma\u00e7\u00e3o estrutural em 2025, impulsionada pela combina\u00e7\u00e3o entre interoperabilidade, intelig\u00eancia artificial, automa\u00e7\u00e3o e ciberseguran\u00e7a. O movimento reflete tanto a complexidade do sistema de sa\u00fade brasileiro quanto a press\u00e3o crescente por efici\u00eancia operacional, sustentabilidade financeira e o foco na experi\u00eancia do paciente. \u00c9 o que mostra a nova edi\u00e7\u00e3o do estudo ISG Provider Lens\u00ae Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil, produzido e distribu\u00eddo pela TGT ISG. \r\n\r\nO relat\u00f3rio trouxe uma an\u00e1lise tanto do setor p\u00fablico quanto do privado. O Brasil tem hoje um dos maiores sistemas de sa\u00fade do mundo. \u201cO SUS, com 35 anos, atende cerca de 74% da popula\u00e7\u00e3o e contou com um or\u00e7amento em torno de R$220 bilh\u00f5es para 2025\u201d, afirma Sonia Maria Castral, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo. \u201cJ\u00e1 a sa\u00fade suplementar atende aproximadamente 87 milh\u00f5es de vidas, sendo que 75% dos planos de sa\u00fade s\u00e3o empresariais, o que mostra como o acesso individual tem limita\u00e7\u00f5es\u201d.\r\n\r\nNa compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, o foco dos investimentos e estrat\u00e9gias evoluiu. \u201cNa edi\u00e7\u00e3o anterior, a discuss\u00e3o estava muito concentrada em intelig\u00eancia artificial e sustentabilidade financeira. Este ano, a interoperabilidade passa a ser o grande vetor da transforma\u00e7\u00e3o da sa\u00fade no Brasil\u201d, destaca a especialista.\r\n\r\nA interoperabilidade, segundo a autora, \u00e9 o elemento que conecta laborat\u00f3rios, hospitais, operadoras e demais atores do ecossistema. \u201c\u00c9 a capacidade de integrar informa\u00e7\u00f5es para criar um prontu\u00e1rio \u00fanico do paciente, por exemplo. Com isso, evitamos procedimentos duplicados, reduzimos custos e aumentamos a efici\u00eancia do atendimento\u201d, comenta. Esse avan\u00e7o tem impacto direto na opera\u00e7\u00e3o dos fornecedores de servi\u00e7os, que passam a ser cobrados n\u00e3o apenas por tecnologia, mas por capacidade de integra\u00e7\u00e3o, governan\u00e7a de dados e escalabilidade.\r\n\r\nEsse movimento ocorre em paralelo \u00e0 acelera\u00e7\u00e3o da transforma\u00e7\u00e3o digital na sa\u00fade, que envolve o uso estrat\u00e9gico de prontu\u00e1rios eletr\u00f4nicos, telemedicina, intelig\u00eancia artificial, dispositivos vest\u00edveis, IoT e analytics. Em 2025, a IA seguiu como pe\u00e7a central para diagn\u00f3sticos avan\u00e7ados, automa\u00e7\u00e3o de fluxos de trabalho, an\u00e1lises preditivas e manejo da sa\u00fade populacional, al\u00e9m de apoiar modelos de cuidado mais personalizados.\r\n\r\n\u201cA intelig\u00eancia artificial aplicada hoje \u00e0 sa\u00fade est\u00e1 muito focada na automa\u00e7\u00e3o de processos, como agendamento de consultas, aprova\u00e7\u00e3o de procedimentos e, principalmente, an\u00e1lise de imagens\u201d, explica. \u201cHospitais brasileiros j\u00e1 utilizam IA para an\u00e1lise de imagens, o que reduz significativamente a carga burocr\u00e1tica e libera tempo do m\u00e9dico para o cuidado com o paciente\u201d.\r\n\r\nQuando interoperabilidade e IA se combinam, o resultado \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o da jornada do paciente, colocando-o como centro da experi\u00eancia, envolvendo check-in e check-out digitais, agendamento por chatbots e integra\u00e7\u00e3o de dados, o que agiliza o atendimento.\r\n\r\nSegundo o relat\u00f3rio, a automa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m avan\u00e7a no setor p\u00fablico. \u201cO SUS, por meio do projeto Conecta SUS e da Rede Nacional de Dados em Sa\u00fade, est\u00e1 adotando protocolos globais de interoperabilidade, o que traz mais agilidade, menos burocracia e maior efici\u00eancia\u201d, afirma Castral.\r\n\r\nOutro eixo cr\u00edtico para o mercado de fornecedores \u00e9 a sustentabilidade financeira. De acordo com o estudo, a IA e as ferramentas anal\u00edticas est\u00e3o sendo usadas para auditorias inteligentes, redu\u00e7\u00e3o de glosas e an\u00e1lises financeiras mais precisas. Isso reduz fraudes e acelera o ciclo de receitas das institui\u00e7\u00f5es.\r\nNo entanto, \u00e0 medida que os dados passam a circular de forma mais ampla, a ciberseguran\u00e7a se torna um fator decisivo. Com interoperabilidade, nuvem e telemedicina, a ciberseguran\u00e7a deixa de ser opcional e passa a ser estrutural. \u201cSem seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o existe interoperabilidade\u201d, alerta Castral. \r\n\r\nDiferentemente de outros setores, como o varejo, o impacto de um vazamento na sa\u00fade \u00e9 ainda mais grave. \u201cN\u00e3o se trata apenas de perda de dados, mas de informa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, pessoais e confidenciais. Por isso, a ciberseguran\u00e7a \u00e9 hoje uma das \u00e1reas com maior volume de investimentos no mercado de healthcare.\u201d\r\nNesse cen\u00e1rio, os fornecedores de servi\u00e7os em healthcare enfrentam um mercado mais exigente, regulado e orientado a resultados. \u201cA transforma\u00e7\u00e3o digital est\u00e1 melhorando a efici\u00eancia, a acessibilidade e colocando o paciente no centro. O futuro da sa\u00fade no Brasil passa, inevitavelmente, pela integra\u00e7\u00e3o de dados, moderniza\u00e7\u00e3o operacional e uso estrat\u00e9gico da tecnologia\u201d, finaliza.\r\nO relat\u00f3rio ISG Provider Lens\u00ae Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 26 fornecedores em tr\u00eas quadrantes: Payer Digital Transformation, Provider Digital Transformation e Interoperability and Data Security.\r\n\r\nO relat\u00f3rio nomeia a Deloitte, a MV e a Philips Healthcare \u2013 Tasy como l\u00edderes em todos os tr\u00eas quadrantes. Nomeia a Accenture como l\u00edder em dois quadrantes e a DGS, a InterSystems e a TOTVS como l\u00edderes em um quadrante cada.\r\nAl\u00e9m disso, a Liberty Health, a Planium e a UpFlux foram nomeadas como Rising Stars \u2014 empresas com um \u201cportf\u00f3lio promissor\u201d e \u201calto potencial futuro\u201d, segundo a defini\u00e7\u00e3o da ISG \u2014 em um quadrante cada.","link":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/relatorio\/healthcare-digital-services-brasil-2025\/","name":"Healthcare Digital Services Brasil 2025","slug":"healthcare-digital-services-brasil-2025","taxonomy":"relatorio","meta":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/relatorio\/59","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/relatorio"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/taxonomies\/relatorio"}],"wp:post_type":[{"href":"https:\/\/www.tgt.com.br\/isgproviderlens\/wp-json\/wp\/v2\/landing-page?relatorio=59"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}